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O que pensa Marina Silva

sexta-feira, 4 de junho de 2010.

Confira a súmula da entrevista de Marina Silva aos jornalistas através da web
Em entrevista a internautas, a pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, criticou o inchaço da máquina pública, argumentando que é preciso enxugar a máquina e conter a corrupção.
“Por que a gente não pensa em conter o drenamento da corrupção, para enxugar a máquina? A máquina é inchada, sim. O Estado brasileiro precisa ser aperfeiçoado, principalmente no seu inchamento, no seu aparelhamento.”
Atentando para que haja a cobrança do controle de gastos públicos, a senadora destacou: “O bom senso diz que devemos ter claro que ninguém quer inflação. Controle é fundamental. A crítica é que isso não se contém só com alta de juros, sim com controle de gastos.”
Marina afirmou também que a autonomia do BC é boa, mas não precisa ser institucionalizada. Sobre os royalties do pré-sal, Marina disse que é preciso redistribuir as riquezas, mas que a discussão deve ficar para após as eleições.
Respondendo a pergunta do empresário Eike Batista, que questionou se ela seria a favor de uma matriz energética baseada na exportação do petróleo e no consumo interno de etanol, Marina disse que é preciso se preocupar com o mundo todo e acrescentou: “Será que é possível criar uma bolha verde para o Brasil e proteger o país de uma bolha de CO lá de fora? Não sou cientista, mas é a primeira vez que vejo um conceito tão esdrúxulo de verde. As emissões afetam o mundo inteiro, aonde quer que elas aconteçam, e mesmo que pudéssemos nos proteger, estaria muito preocupada com as outras pessoas do planeta. Sobre política externa, acrescentou que há uma “área cinzenta” nesta questão no governo Lula.
Para Marina, “em certos momentos, houve relativização desses princípios (de direitos humanos). O Brasil passou a ter um olhar para outras regiões e que não é por interesse comercial, mas uma relação fraterna com outros povos, principalmente a África. Isso é bom. Mas no governo Lula criou uma zona cinzenta.”
A senadora concluiu a entrevista, afirmando que não há partidos perfeitos e que se sente confortável no PV. Disse que não vai à Parada Gay e que não tem opinião formada sobre a adoção de crianças por casais gays.”
Fonte: Blog do Oman Carneiro

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