O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público expediu recomendação às promotorias de Justiça e procuradorias da República de todo o País para que priorizem o planejamento e direcionem suas ações para as questões que tenham maior impacto social. O conselho é presidido pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Autor de estudo sobre a atuação do Ministério Público em processos de natureza civil, o conselheiro Cláudio Barros Silva advertiu sobre as limitações estruturais e orçamentárias da instituição.
MORTE
O ex-presidente do Senado e ex-governador de Mato Grosso do Sul José Manoel Fontanillas Fragelli morreu na madrugada de ontem aos 95 anos em Aquidauana (MS). O corpo de Fragelli foi velado na Câmara Municipal da cidade e enterrado na tarde de ontemno cemitério municipal. Nascido em Corumbá (MS), Fragelli se formou em Direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em 1938. Ele foi senador de 1980 a 1987, sendo presidente do Senado de 1985 a 1987. Fragelli foi promotor de Justiça, professor de Direito, deputado estadual (1947 a 1950) e deputado federal (1950 a 1959), quando chegou a ser líder do governo pela UDN. De 1970 a 1974, ele foi governador de MS. Por nove dias, exerceu interinamente a Presidência, durante o governo de José Sarney (1985-1990).
MST 1
Sete integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra foram presos pela Polícia Militar na manhã de ontem após invadirem a fazenda Santo Antônio do Atibaia, no bairro Tanquinho, na zona rural de Campinas (93 km de São Paulo). Os policiais militares levaram os sete integrantes presos para o 4º DP e registraram um boletim de ocorrência contra eles pelo crime de esbulho possessório (uso da violência para tomar um bem alheio). O MST alegou que cerca de 150 integrantes do movimento já estavam na área quando a PM chegou e realizou a reintegração de posse da fazenda sem uma ordem judicial.
MST 2
A PM divulgou nota na qual afirmou que as últimas ações do MST prejudicam o policiamento na cidade e contribuem para aumentar os índices de criminalidade.
"É importante ressaltar que estes eventos do MST prejudicam o policiamento na região central de Campinas, pois várias viaturas são deslocadas para os locais invadidos, desguarnecendo locais que necessitam de policiamento ostensivo e preventivo constantes", diz o documento. O MST também divulgou nota na qual afirmou que "os sem-terra estão indo para um local cedido por apoiadores da reforma agrária".
Há 13 anos
























































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