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Senador diz que governador de RR censura imprensa local

quinta-feira, 29 de abril de 2010.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) acusou o governo do Maranhão de praticar censura contra a imprensa local. Em discurso feito na última quarta-feira (28), o parlamentar afirmou que o governador do estado, José de Anchieta Júnior (PSDB), utiliza a Justiça para impedir que sites e blogs exponham posições contrárias ao atual governo de Roraima.
Durante o discurso, o senador citou os casos envolvendo os jornalistas Andressa Trajano e JR Rodrigues, impedidos judicialmente de fazer críticas ao governo de Roraima.
Por decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima, José Raimundo Rodrigues está impedido de postar comentários sobre o governador no Twitter. O jornalista, que é assessor de imprensa da Assembléia, anunciou em março deste ano que postaria 45 supostas irregularidades eleitorais cometidas por Anchieta. Antes de chegar no 30º  crime, uma liminar do TRE o impediu de citar o nome do governador. 
Ao comentar os dois casos, Cavalcanti manifestou solidariedade aos jornalistas, dizendo que eles foram censurados.
"Os jornalistas estão amordaçados. O governador tem medo que se diga a verdade sobre o que ele tem feito no estado. Mas, pelo menos aqui, não podem me calar", disse o senador. Cavalcanti ainda declarou que pretende investigar a aquisição de empresas de comunicação por pessoas ligadas a Anchieta.
"O governo domina os meios de comunicação do estado. Eles dizem o que querem sobre todo mundo", concluiu. A informação é da Agência Senado.
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Dilma Rousseff se irrita com equipe do Estado de Minas em gravação do PT

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, se irritou com a presença de uma equipe de jornalistas durante gravação de programa partidário na região metropolitana de Belo Horizonte. O incidente aconteceu na última terça-feira (27), em assentamento rural chamado Pastorinhas, na cidade de Brumadinho.
Com a agenda anunciada como vazia, Dilma tentou ocultar a presença em Minas Gerais. O programa, gravado na casa de uma das 20 famílias assentadas no local, deve ir ao ar na TV no dia 13 de maio.
Segundo o jornal Estado de Minas, cuja equipe descobriu a petista, Dilma ficou cerca de 40 minutos no assentamento. A ex-ministra chefe da Casa Civil se mostrou irritada com a presença dos jornalistas e não quis conceder entrevista nem quando deixou o local.
Os lavradores do assentamento, de acordo com o Estado, também questionaram a presença dos jornalistas. "Como vocês entraram aqui?", perguntaram os agricultores, enquanto cercavam a equipe. Ao final da gravação, os agricultores ainda impediram por cinco minutos que o carro do jornal deixasse o local.
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Confira as manchetes dos principais jornais do país

Redação Portal Fm João XXIII

Folha de S. Paulo
BC aumenta juros após 19 meses
O Estado de S. PauloPor 8 a 0, Copom eleva juro em 0,75 ponto
O Globo
PM ocupa sete favelas da Tijuca sem nenhum tiro
Jornal do Brasil
Crise europeia: A vez da Espanha
Valor Econômico
Fundos populares já são superados pela poupança
Correio Braziliense Viagra genérico está liberado a partir de junho
Diário do Nordeste
Perda de 11 mil empregos na Grande Fortaleza
Estado de Minas
Cai a patente do Viagra. Genérico chega em junho
Correio do Povo 
Fim de um ciclo. Juros aumentam
Zero Hora BC eleva juro para evitar que euforia desperte inflação
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PROGRAMA POLÍTICO PARTIDÁRIO - DIA 29.04.2010

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO - ABERT informa que o TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, julgando a Propaganda Partidária nº 27, Relator o Ministro Ricardo Lewandowiski, determinou a convocação de REDE NACIONAL DE RÁDIO E TELEVISÃO para transmissão do programa político partidário do PARTIDO PROGRESSISTA - PP, a ser veiculado no próximo dia 29.04.2010 (QUINTA-FEIRA), no horário das 20h às 20h10 no rádio e das 20h30 às 20h40 na televisão, funcionando como geradoras a RÁDIO GLOBO e a TV GLOBO, ambas do Rio de Janeiro.

DANIEL PIMENTEL SLAVIERO
PRESIDENTE

RODOLFO MACHADO MOURA
ASSESSORIA JURÍDICA

Fonte: Joseoly Moreira
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Derrota de Ciro é derrota do Ne, diz cientista político.

No meio de tantos e tantos comentários espalhados na internet sobre o “Caso Ciro”, como passou a ser chamado o processo de fritura do famoso deputado cearense, destaco aqui o artigo de um cientista político piauiense, que faz uma leitura precisa de todo o episódio. Para ele, a derrota de Ciro Gomes representa uma derrota do Nordeste. Acompanhe:

Com o título “Ciro Gomes, o Nordeste e o Brasil”, o cientista político Washington Bonfim, professor da Universidade Federal do Piauí, aborda esse fenômeno político cearense e paulista. Confira:

Quando no final de 1991, decidi fazer o Mestrado em Ciência Política, no Rio de Janeiro, precisava de um tema e, atento às questões da política nordestina, optei por estudar o Ceará. Passaria, de março de 1992 a dezembro de 1999 – quando defendi minha tese de doutorado – respondendo à pergunta: sendo piauiense, Ceará porquê? Lá as coisas parecem funcionar, há processos de mudança importantes em desenvolvimento. Nós piauienses, temos de aprender sobre isto, se quisermos chegar a uma dinâmica parecida.
Havia programas importantes sendo criados e disseminados, chamando atenção de intelectuais de outros países, como Judith Tendler, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que publicara nos EUA, o seu “Bom Governo nos Trópicos”, relatando as experiências bem sucedidas de indução, pelo governo estadual, de uma dinâmica descentralizadora de bons programas econômicos e sociais, com destaque para o “Agente Comunitário de Saúde”, hoje conhecido como o “Saúde da Família”.
Fui então, parar no MIT, patrocinado pelo CNPq, para alinhavar minha tese, “Qual Mudança? Os Empresários e a Americanização do Ceará”, em que discorri sobre as condições políticas e sociológicas do nascimento dos “Governos das Mudanças”. Burguesia forte, em ambiente sem atores do mundo do trabalho suficientemente organizados; construiu-se ali uma referência paradigmática de mudanças, onde o poder público foi essencial a uma nova dinâmica da economia cearense.
Lembro tais fatos individuais para comentar os processos políticos que devem levar à desistência, pelo PSB, de uma candidatura presidencial encabeçada pelo Deputado Federal Ciro Gomes (PSB/CE). No fim dos anos 1980, em meio a crise profunda do Estado brasileiro, de um estado nordestino, que se apresentava como o lugar de “três grandes coronéis”, surgiu um modo de fazer políticas públicas focado no resultado, tentando se desfazer do caráter patrimonialista que caracterizava até ali o exercício da vida pública cearense.
Tasso Jereissati e Ciro Gomes logo assumiriam papel de enorme relevância no contexto político nacional e também ajudariam a construir, a partir do interior do PMDB, um novo partido, o PSDB. Parece sensato dizer que, como o Brasil, o Ceará, nas últimas duas décadas, reconstruiu sua história política e reorganizou, de maneira profunda, sua estrutura econômica. Evidente que, muitos dirão, há fracassos, falhas e críticas a serem desferidas, mas não é disso que quero tratar.
Tenho a convicção de que o Nordeste, como conceito construído na segunda metade dos anos 1950 do século passado, já não mais existe. É, hoje, uma importante referência política, mas faleceu economicamente junto com a SUDENE, que nem mesmo o Governo Lula conseguiu resgatar. As políticas de desenvolvimento regional iniciadas naqueles tempos deram nova face à região e a diferenciaram irremediavelmente.
Esta importância política do Nordeste conferiu a alguns de seus líderes notoriedade nacional e expressiva participação nos destinos da redemocratização, iniciada em 1985. José Sarney, Marco Maciel, Antônio Carlos Magalhães (ACM), Fernando Collor, Renan Calheiros, José Agripino Maia, Hugo Napoleão e outros, entre eles, Tasso e Ciro, são referência obrigatória para compreensão de nossos destinos políticos no período.
Interessante notar que, à acelerada dinâmica de reestruturação do Estado brasileiro, iniciada em 1995, corresponderam igualmente, processos de desestruturação destas lideranças políticas. Excluindo o caso de ACM, já falecido, muitos dos demais são, hoje, estrelas de brilho local. Os que ainda têm papel de destaque nacional, estão vinculados ao Governo Lula, como é o caso de Sarney, Calheiros e Collor. Interessante também notar que, por diferentes motivos, nenhum dos governadores da região, neste momento, ameaça alçar posição de destaque no cenário político nacional.
Neste contexto, independente de suas posições político partidárias, ou de seu modo de agir, enquanto temperamento polêmico e ousado, Ciro Gomes é a única liderança nordestina de feição moderna, escorada em uma trajetória política segura e vinculada a valores republicanos, que mantem voz altiva e espaço político no cenário nacional. Os demais nomes, muito especialmente, os de Sarney, Collor e Calheiros sempre estiveram, em prática política ao menos, em campo diametralmente oposto ao líder cearense.
A mudança de domicílio eleitoral para São Paulo e o iminente desfecho prematuro de sua terceira pré-candidatura presidencial revelam mais do que erros políticos individuais do deputado federal Ciro Gomes. Cala-se o Nordeste, apequena-se uma experiência bem sucedida de mudança política e social de nossa região, enterra-se, por fim, qualquer perspectiva de discurso regional nordestino, por mais anacrônica e equivocada a possibilidade.
O político que deu continuidade às mudanças no Ceará – fiador do sucesso do Plano Real, em momento crítico de sua implementação, e que sustentou, a partir de sua força e carisma pessoais, duas candidaturas presidenciais por partidos relativamente pequenos, é uma referência regional positiva no cenário brasileiro e seu eventual insucesso, nas circunstâncias atuais, deve ser motivo de preocupação política de todos os nordestinos, independentemente de opções partidárias e/ou avaliações sobre o caráter dos processos que deram notoriedade ao deputado Ciro Gomes.
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O “peripatético” deputado cearense

Conhecido por sua eloqüência, em discursos quase sempre recheados de frases irônicas, o deputado Fernando Hugo (PSDB) motivou uma reação curiosa durante sessão da Assembleia Legislativa.
Ao comentar a manifestação dos correligionários do deputado federal Ciro Gomes (PSB), Fernando Hugo citou como um dos defensores da candidatura de Ciro, o “peripatético deputado Roberto Cláudio”. Pronto! Foi um “Deus nós acuda”. Tinha assessor olhando para os lados e repetindo: “Ele chamou o Roberto Cláudio de patético?”, “Valha me Deus!”.
Ao mesmo tempo alguns deputados correram para o departamento legislativo com o objetivo de olhar no google o significado da palavra “peripatético”.
Impagável foi a expressão de alívio dos parlamentares, ao perceberem que o termo nada tinha a ver com  um xingamento.
Peripatético é aquele que ensina passeando, como Aristóteles fazia. Palavra também usada para definir discípulos e partidários da filosofia de Aristóteles.
Aristóteles era um filósofo peripatético, pois ensinava caminhando. Gostava de andar compassadamente em volta do perípatos de seu Liceu, hábito que deixou para os futuros pensadores e inspirou o que viria a se chamar Escola Peripatética de Filosofia. Seguindo a mesma linha de raciocínio, Jesus pode também ser considerado peripatético”, explica a professora Karina Kakakis.
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Serra evita Dilma e centrais no dia 1° de maio

quarta-feira, 28 de abril de 2010.
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, deve ir a um evento evangélico em Santa Catarina no sábado (1), quando será comemorado o Dia do Trabalho. A campanha tucana quer evitar comparações com agenda trabalhista da adversária Dilma Rousseff (PT), em São Paulo.
 Em princípio, Serra estudou a possibilidade de ir a algum evento relacionado ao Dia do Trabalho na capital paulista. No entanto, foi orientado por sua equipe a mudar ideia por conta do tamanho das festas preparadas para Dilma pelas centrais sindicais. Ela poderá, inclusive, ser acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 Serra deve bater o martelo sobre agenda do fim de semana nesta quarta-feira. Segundo a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), "faltam só alguns detalhes". O candidato tucano foi convidado para o 28º Congresso Internacional de Missões, que está sendo realizado desde 24 de abril em Camboriú, município catarinense que fica a 87 km da capital Florianópolis.
 O evento é promovido pela ONG (Organização não-governamental) “Gideões das Missões de Última Hora”, fundada no fim dos anos 1970 pelo pastor Cesino Bernardino. Instalada em 24 países, o grupo organiza do congresso de missões desde 1984. Este ano sespera contar com 170 mil participantes.
 O pastor Cesino Bernardino pertence à igreja Assembleia de Deus. Em 2002, a instituição apoiou Serra na disputa do segundo turno contra Lula. Outra força evangélica no país, a Igreja Universal do Reino de Deus ficou com o presidente na campanha de reeleição em 2006.
 Para este ano, os apoios ainda estão em fase de negociação. Evangélica assumida, a senadora Marina Silva, candidata do PV, tenta convencer as igrejas de que será competitiva. No caso da Universal, Dilma leva vantagem porque o PRB, partido ligado à instituição, irá mais uma vez se coligar com o PT.
 Dia do Trabalho
 A campanha de Serra decidiu levá-lo para Santa Catarina no Dia do Trabalho porque Dilma estará em São Paulo para um megaevento promovido pela Força Sindical. O presidente da central e deputado federal, Paulinho da Força (PDT-SP), afirma que haverá cerca de 2 milhões na Praça Campo de Bagatelelle, local da festa.

 Dilma também foi convidada para ir a uma festa da CUT (Central Única dos Trabalhadores), entidade fundada por Lula no começo da década de 80 e que é ligada ao PT. A campanha de Dilma comemora o fato de as duas centrais estarem unidas nesta eleiçõe. Isso porque a Força Sindical já apoiou os tucanos nos anos 1990.
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Lula diz que tentará convencer Irã a não avançar em bomba nuclear

Brasília, 28 abr (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que, durante a visita que fará a Teerã, tentará convencer o Irã a não avançar na construção de uma bomba atômica, e que seguirá defendendo o uso pacífico da energia nuclear. Lula deve fazer uma visita oficial ao Irã em 15 de maio e reiterou hoje que seu Governo considera que "ainda não se dialogou o suficiente" para aprovar as sanções promovidas por Estados Unidos e outros países. O Governo brasileiro, através de diversos interlocutores, reconheceu mais de uma vez que não tem "garantias formais" de que o programa nuclear do Irã não tem fins bélicos, e insistiu que o desenvolvimento da energia atômica com objetivos pacíficos é "um direito" de todo país. Em entrevista coletiva junto ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, que fez hoje uma visita oficial ao Brasil, Lula reforçou a tese e reiterou que está "disposto a fazer tudo que for necessário para garantir o direito do Irã a um desenvolvimento nuclear pacífico". Também afirmou que o Brasil não trabalha com a hipótese de que o Irã possa ser atacado ou invadido pelos EUA ou algum outro país, uma possibilidade que, segundo explicou, "não foi comentada em nenhum tipo de fórum". Além disso, descartou que o Brasil possa receber o urânio iraniano caso se aceite a proposta de que Teerã envie o material a um terceiro país enriquecido a 3,5% e o receba de volta depois já a 20%. A proposta foi apresentada por EUA, Rússia e Reino Unido no ano passado e, embora o Irã tenha rejeitado então, é defendida por Brasil e Turquia como uma possível base para a retomada do diálogo.
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Expectativa pela votação do projeto Ficha Suja

O blog Eleições 2010 publicou há pouco matéria sobre o projeto Ficha Suja. Os políticos com o nome sujo no Judiciário e que vão tentar uma vaga nas próximas eleições gerais deve colocar as barbas de molho antes de pedir o voto dos 133,2 milhões de eleitores brasileiros.  O projeto de lei de autoria popular tenta barrar a participação desses políticos pode ser votado ainda essa semana.
Para pressionar o Congresso entidades ligadas ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, como a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, a Associação dos Magistrados e a Ordem dos Advogados do Brasil se encarregam de multiplicar o acesso aos dados do projeto e dos políticos com ficha suja.
A CNBB estuda a possibilidade de fazer um site para divulgação dos candidatos Ficha Limpa, chancelando aqueles candidatos que não tiverem problemas judiciais. Leia mais no blog Eleições 2010.
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Efeito Ciro – Patrícia Saboya quer disputar reeleição ao Senado


A primeira repercussão da saída de Ciro Gomes do páreo presidencial
Nesta noite de terça-feira, por meio de sua assessoria de imprensa, a senadora Patrícai Saboya (PDT) avisou: está de volta ao jogo da reeleição.
Ela rebate declarações do presidente regional do PDT, André Figueiredo, de que disputará cadeira de deputada federal e assegura que, diante de um novo cenário político que se abre com a perspectiva de Ciro vir fazer política no Ceará, coloca seu nome para a reeleição ao cargo de senadora.
Patrícia Saboya diz respeitar a opção de Figueiredo pelo professor Flávio Torres como candidato ao Senado – ele é seu suplente, mas reitera que quer disputar de novo a vaga que também lhe é de direito.
Fonte: Blog Eliomar de Lima
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Confronto entre PM e MST

A manifestação na Assembleia, segundo os líderes do movimento, era para conseguir apoio para falar com Cid Gomes!
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Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) compareceram ontem, à Assembleia Legislativa. O objetivo deles, segundo afirmações de seus representantes, era conseguir, junto aos deputados, apoio para que o governador Cid Gomes o recebessem, em Palácio, para discutir a agenda de suas reivindicações. Mas a visita do grupo ao Legislativo cearense acabou gerando conflitos com a Polícia Militar. A deputada Rachel Marques (PT) disse ter sido atingida no rosto, no meio do confronto.

De acordo com a parlamentar, que intermediou a entrada dos manifestantes nas galerias da Poder Legislativo, eles foram impedidos, por policiais militares, de entrarem no prédio, o que ocasionou toda a confusão. Ela informa que de início estava assegurada a entrada deles naquela Casa, porém afirma que logo após, chegou a informação de que a entrada havia sido negada, razão justificada, posteriormente, sob a alegação de que o pessoal estava armado.

"Lamentável os acontecimentos ocorridos na entrada das galerias. Acho que foi totalmente desnecessário. Aqui é a Casa do povo não podemos impedir uma manifestação democrática de acontecer nesta Casa", reivindicou a parlamentar que também explicou, "fui atingida no intuito de garantir que o conflito não pudesse tomar maiores proporções".

Confusão

A parlamentar foi atingida no rosto perto do olho. Ela afirma não saber de onde partiu o objeto que lhe atingiu, se da Polícia ou dos manifestantes, mas pediu ao presidente da Casa, deputado Domingos Filho (PMDB), para apurar o que ocasionou a confusão que motivou o confronto dos sem terra e policiais.

Do lado de fora, alguns manifestantes carregavam pedaços de paus, facas e também bombas caseiras, disseram integrantes da Polícia. Após a confusão alguns representantes do MST entraram nas galerias e um outro grupo foi recebido no gabinete da presidência.

Segundo Rachel Marques, os integrantes do MST apenas queriam que os deputados intermediassem com o governador Cid Gomes, uma reunião para discutirem algumas reivindicações, a maioria, ligadas à seca verde no Estado do Ceará.

O deputado Artur Bruno (PT) também se pronunciou a favor dos integrantes do MST. Ele pondera que houve um encaminhamento errado da PM da Assembleia ao impedir a entrada dos manifestantes.

O deputado Fernando Hugo (PSDB) não concordou. O tucano deixou claro que nenhum PM soltou bomba nos manifestantes e que nenhum deles foi atingido.

O presidente da Casa, Domingos Filho, afirmou não proceder a informação de que a Polícia de apoio da Assembleia impediu a entrada dos integrantes do MST. Segundo ele, apenas os policiais solicitaram que as pessoas que estavam portando algum tipo de instrumento que pudesse lesionar alguém, deixasse do lado de fora e limitou a entrada dentro da capacidade das galerias da Assembleia.

O líder do Governo na Casa, deputado Nelson Martins (PT), informou que essa reunião entre o MST e o governador já está sendo marcada, mas por enquanto, afirma não haver data definida. Ele lembrou que o Governo já recebeu o Movimento outras vezes e não deixará de receber desta vez.

Reivindicações

Uma comissão dos integrantes do MST foi recebida pelo presidente da Assembleia, o líder do Governo e a deputada Rachel Marques. Na reunião ficou o compromisso dos parlamentares em intermediar com o governador as reivindicações dos manifestantes.

O MST reivindica do Governo um projeto produtivo emergencial para a geração de trabalho e renda em assentamentos e comunidades rurais já atingidos pela seca verde. Além disso, eles pedem a solução de problemas enfrentados por três acampamentos localizados em Itapipoca, Amontada e em Fortaleza.
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Vereador acusa omissão da CM

Segundo Vitor Valim, as questões de Fortaleza são debatidas na Assembleia por falta de discussão na Câmara!
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Vereadores de Fortaleza estão se sentido incomodados com a ampla discussão que a Assembleia Legislativa tem levantado, nos últimos dias, sobre os problemas da Capital cearense. O trânsito e, principalmente, a saúde têm sido debatido diariamente naquela Casa legislativa estadual e os deputados tucanos querem, inclusive, o direito de instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar problemas na saúde da Região Metropolitana de Fortaleza, com o foco na administração da prefeita Luizianne Lins (PT).

Na Assembleia Legislativa, são os tucanos que mais condenam os problemas de Fortaleza e sobem constantemente à tribuna para reclamar e cobrar providências da administração municipal. Isso tem irritado os vereadores que querem ter o direito exclusivo de tratar de assuntos que dizem respeito à administração da Capital.

Para o vereador Vitor Valim (PHS), a culpa da atual postura dos deputados é dos próprios vereadores que não estão discutindo, com competência, os problemas de Fortaleza. Por causa do assunto, ele ainda criticou a demora das comissões permanentes para emitirem parecer sobre projetos dos parlamentares relacionados às questões da cidade e citou a comissão provisória do Beco da Poeira, que parou de acompanhar aquela questão ligada a problemas de urbanismo e social.

Dormindo
Valim disse ainda que essa demora emperra algumas atitudes e por isso a Assembleia Legislativa acaba tendo mais espaço para tratar de temas que deveriam ser destaque na Câmara Municipal, por dizer respeito aos interesses da população. "Eu não entendo como um vereador fica dormindo com um projeto embaixo do travesseiro e não dá o parecer necessário", reclamou.

Espaços

O debate levantado por Valim foi destaque no plenário, ontem, chamando para a discussão, inclusive, o vice-presidente José do Carmo (PSL), que presidia no momento os trabalhos na Casa. "Eu acho que nós temos que ocupar os nossos espaços, senão quem vai fazer isso são os deputados estaduais", aconselhou o parlamentar.

Mesmo na presidência dos trabalhos, José do Carmo passou vários minutos discutindo a questão. "Nós temos que nos preocupar porque o povo de Fortaleza está assistindo e acompanhando o nosso trabalho", destacou o vice-presidente da Câmara Municipal, respaldando a manifestação de Vitor Valim.

Embora seja componente da Mesa Diretora do Legislativo municipal, o parlamentar também chegou a fazer críticas às comissões provisórias criadas na Câmara. Ele afirmou que são poucos os retornos que aqueles colegiados têm dado sobre os assuntos dos quais deveriam estar tratando.

José do Carmo pediu que os colegas possam se empenhar nas atividades desses grupos que têm função específica e de fundamental importância para o processo legislativo, o que segundo ele, também colabora com a gestão de Luizianne Lins. "Não adianta mais formar essas comissões aqui", reclamou o vice-presidente da Câmara, questionando onde estariam os resultados dos grupos formados para avaliar as creches municipais e os conselhos tutelares.

O presidente da Câmara, Salmito Filho (PT), não estava no plenário quando o assunto foi levantado ontem, mas durante entrevista à imprensa, ele afirmou que a maioria das comissões especiais tem feito seu papel. "Temos várias comissões que estão funcionando a todo vapor. Talvez uma ou outra esteja mais lenta por falta de quórum ou porque o tema saiu um pouco do debate", disse.
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Em nota, PSB defende aliança com PT

Em nota lida pelo presidente nacional do PSB, Eduardo Campos (PE), a Comissão Executiva Nacional anunciou que o partido não terá candidato próprio à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro, defende a continuidade da aliança entre PSB e PT, mas afaga Ciro Gomes, a quem o partido não endossará os planos de se lançar na corrida presidencial.
A nota foi divulgada após reunião da cúpula do partido, em Brasília. Segue a íntegra da nota:
"A Comissão Executiva Nacional do Partido Socialista Brasileiro reuniu-se nesta terça-feira (27) em sua sede em Brasília para avaliar o quadro político-eleitoral do País e deliberar, depois de ouvidos os Diretórios Estaduais, sobre o papel a ser desempenhado pelo PSB na sucessão presidencial. Decidiu, por maioria de voto, não apresentar candidatura própria à Presidência da República.
A Comissão Executiva Nacional avalia como correta e consequente a participação do PSB no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É dever das forças populares contribuírem para a continuidade desse projeto, a partir do qual o Brasil retomou o caminho do desenvolvimento soberano, com maior repartição de renda e menor exclusão social.
As eleições de outubro não estão definidas. A aliança da oposição representa um desafio real aos socialistas e outras forças populares. O PSB está pronto para ampliar sua presença nos governos estaduais e no Senado, e duplicar sua representação na Câmara dos Deputados, reafirmando-se como um partido capaz de liderar, ao lado de outros, o avanço das mudanças há tanto tempo exigido pelo povo brasileiro. Sob tal perspectiva, para o PSB a disputa das eleições em outubro, em todos os seus níveis, é um projeto estratégico, condicionado, obrigatoriamente, pelos balizamentos da conjuntura.
Ao patrocinar a pré-candidatura presidencial do deputado federal Ciro Gomes, enxergou o PSB, associadamente a esse projeto estratégico, a possibilidade de contribuir para o aprofundamento das mudanças iniciadas pelo governo do presidente Lula.
De nenhuma forma foram em vão os esforços do PSB e do deputado Ciro Gomes nestes movimentos iniciais da campanha presidencial. Administrador vitorioso em diversos níveis de governo, homem de ideias e de atos em favor do País, Ciro Gomes engrandeceu o debate republicano. Com ele, expusemos nossas propostas aos brasileiros, mobilizando a nossa militância e abrimos novas e concretas vias de crescimento partidário. O PSB permanece firme e ativo no processo sucessório. Nele, queremos somar, unir e avançar, em favor da construção de uma nação à altura das mais legítimas esperanças socialistas.
Brasília, 27 de abril de 2010.
Comissão Executiva Nacional (CEN)
Partido Socialista Brasileiro (PSB)"
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PSB põe fim a candidatura de Ciro Gomes à Presidência

Agora é oficial. O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) está fora da corrida presidencial deste ano. Coube ao presidente do PSB, governador Eduardo Campos (PE), anunciar a decisão. "A comissão Executiva Nacional do Partido Socialista Brasileiro reuniu-se nesta terça-feira (27) em sua sede em Brasília para avaliar o quadro político-eleitoral do País e deliberar, depois de ouvidos os diretórios estaduais, sobre o papel a ser desempenhado pelo PSB na sucessão presidencial. Decidiu, por maioria de voto, não apresentar candidatura própria à Presidência da República", disse o presidente do partido, ao ler nota oficial elaborada pela Executiva.
Para embasar a decisão partidária, a Executiva Nacional do PSB já havia consultado 27 diretórios regionais, dos quais 20 foram contra a candidatura própria e sete endossaram o nome de Ciro Gomes para disputar a sucessão de Lula. Nesta terça, na reunião da Executiva Nacional, 21 membros foram contra a candidatura própria e apenas dois favoráveis. A Executiva é formada por 30 integrantes mas só 23 votaram nesta terça.
Eduardo Campos informou que, antes de dar a notícia à imprensa, telefonou para Ciro Gomes para anunciar a decisão da Executiva do partido. Segundo o governador, Ciro Gomes recebeu o comunicado como muita calma e contou que está elaborando uma nota sobre o assunto para ser distribuída à imprensa. Campos fez questão de ressaltar que os esforços de Ciro Gomes ao se lançar pré-candidato à presidência "não foram em vão". "Administrador vitorioso em diversos níveis de governo, homem de ideias e de atos em favor do País, Ciro Gomes engrandeceu o debate republicano".
O clima no PSB é de irritação com Ciro Gomes que, nas últimas semanas, divulgou textos atacando o partido e elogiando José Serra, pré-candidato do PSDB à Presidência. Eduardo Campos disse que na próxima terça-feira se reunirá com o presidente nacional do PT e, no dia 17 de maio, o PSB anunciará o apoio formal a Dilma Rousseff, pré-candidata petista.
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Temer atribui críticas de Ciro a 'abalo emocional'

O presidente da Câmara e do PMDB, Michel Temer (PMDB-SP), evitou polemizar com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), que classificou setores do PMDB de "ajuntamento de assaltantes" em entrevista à Rede TV!, transmitida na noite de domingo. Ciro disse que quem manda no PMDB "não tem nenhum escrúpulo, nem ético nem republicano".

O presidente do PMDB procurou tratar Ciro com desdém. "Temos de compreender o estado emocional dele. Temos de ser até condescendentes. Ele passa por agruras emocionais. Eu nem quero comentar isso. Temos de compreender o estado emocional dele, talvez abalado", disse Temer.

A Executiva Nacional do PSB está reunida nesta tarde para formalizar a saída de Ciro Gomes da disputa pela Presidência da República.
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Dilma evita críticas e diz que Ciro sempre foi parceiro

Empenhada em evitar novos atritos com o PSB do deputado Ciro Gomes (CE), a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, seguiu nesta terça-feira(27) a estratégia traçada pelo comando de sua campanha e não comentou os recentes ataques do antigo aliado. A poucas horas da reunião da Executiva Nacional do PSB, que ainda hoje oficializará a retirada da candidatura de Ciro da disputa presidencial, Dilma preferiu os elogios à ofensiva. "Ciro é um ser humano com qualidades e, para mim, sempre foi um parceiro", afirmou a petista, minutos antes de participar, no Senado, do Congresso dos Sindicatos de Transportadores Autônomos de Carga.

Questionada sobre a nova estocada do deputado, que definiu o PMDB - parceiro preferencial do PT - como "um ajuntamento de assaltantes", Dilma desconversou. "Eu acredito que Ciro sempre esteve ao nosso lado e espero que volte a estar de forma mais próxima agora", disse ela.

Depois desse comentário, sempre que repórteres insistiam no tema Ciro, a petista tinha a mesma resposta: "Vocês me desculpem, mas eu não vou responder sobre o deputado Ciro Gomes."
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Governo fez a sua parte para aposentados, diz Carvalho

Em meio a negociações na Câmara para a votação da Medida Provisória (MP) de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social, o chefe do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, afirmou que o governo fez a sua parte ao conceder o aumento de 6,14%, em vigor desde o dia 1º de janeiro. "Não temos complexo de culpa quanto a isso. Nosso governo fez a sua parte", disse. Carvalho considerou haver uma dívida do País com os aposentados, mas que o governo tem de agir com responsabilidade, porque todos os reajustes na área da Previdência têm impacto nas contas futuras.

Nesta terça-feira(27) à tarde haverá uma nova rodada de negociações entre os líderes da Câmara e do Senado para discutir mais uma vez o índice de reajuste. O líder do governo na Câmara e relator da MP deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), vai colocar o índice de 7% em seu parecer para ser lido na sessão de hoje à tarde do plenário. Os deputados e os senadores da base anunciaram o voto no porcentual de 7,71%, contrariando o governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na MP, Lula fixou o reajuste em 6,14% mas aceitou os 7% negociados por Vaccarezza. A previsão é que a discussão comece hoje, mas que a votação da MP fique para amanhã.
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Carvalho elogia Ciro e diz que deputado foi leal a Lula

A poucas horas do início da reunião na qual o PSB deve formalizar a saída do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) da disputa pela Presidência da República, o chefe do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, não poupou elogios ao deputado. "Temos de medir Ciro pela prática. Ele foi de uma lealdade ao presidente", disse Carvalho. "Nada diminui o nosso carinho com Ciro. Não há uma palavra que vai desfazer o carinho que temos por ele, que o presidente tem por ele", afirmou.

As declarações revelam uma estratégia do Palácio do Planalto de afagar Ciro, que na semana passada fez críticas ao presidente e, em relação à pré-candidata Dilma Rousseff (PT), disse que José Serra (PSDB), principal pré-candidato da oposição, "é mais preparado, mais legítimo e mais capaz" que a petista.

"O que estou dizendo é do coração", afirmou Carvalho. "Nós consideramos Ciro muito mais aliado do que muitos que só elogiam o governo." O chefe do gabinete de Lula fez as declarações ao chegar à Câmara, onde participa de sessão solene em homenagem ao vice-presidente, José Alencar.
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