No Ceará, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, subirá no palanque do governador e candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB). Mas o apoio à petista no Estado deve ser tímido, revela o Jornal o Estado de S. Paulo desta segunda-feira.
Apesar de magoado com a forma com que o irmão, deputado Ciro Gomes (PSB), foi tirado da disputa presidencial, assessores próximos a Cid dizem que ele vai seguir a orientação do PSB nacional e pedir votos para Dilma, porém, sem empolgação.
Cid não fala sobre o assunto até o próximo dia 17, quando o PSB deve oficializar a aliança com o PT. Por enquanto, o governador ganha tempo não apoiando ninguém e tenta costurar o mesmo arco de alianças com 21 partidos que o elegeu.
O PT conta com Cid e a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), para alavancar a campanha de Dilma no Estado. Os dois, entretanto, estão com o relacionamento estremecido. Um dos motivos é a indicação para vice na sucessão estadual. Cid quer manter a dobradinha com o atual vice-governador, Francisco Pinheiro. A prefeita prefere seu ex-secretário de governo, Waldemir Catanho, aliado dela desde os tempos de militância estudantil na Universidade Federal do Ceará.
Para uma das duas vagas ao Senado, a dupla também tem planos distintos. Luizianne tenta emplacar o ex-ministro da Previdência Social, José Pimentel (PT). Cid resiste. Prefere o nome do velho aliado tucano, Tasso Jereissati, que vai tentar reeleição. A outra vaga da coligação para o Senado já está acertada e tem a concordância de ambos. É o deputado federal e ex-ministro das Comunicações, Eunício Oliveira (PMDB).
Fora da eleição, o deputado Ciro Gomes se dedica aos preparativos do casamento da filha Lívia Saboya Gomes, marcado para 2 de julho.
Apesar de magoado com a forma com que o irmão, deputado Ciro Gomes (PSB), foi tirado da disputa presidencial, assessores próximos a Cid dizem que ele vai seguir a orientação do PSB nacional e pedir votos para Dilma, porém, sem empolgação.
Cid não fala sobre o assunto até o próximo dia 17, quando o PSB deve oficializar a aliança com o PT. Por enquanto, o governador ganha tempo não apoiando ninguém e tenta costurar o mesmo arco de alianças com 21 partidos que o elegeu.
O PT conta com Cid e a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), para alavancar a campanha de Dilma no Estado. Os dois, entretanto, estão com o relacionamento estremecido. Um dos motivos é a indicação para vice na sucessão estadual. Cid quer manter a dobradinha com o atual vice-governador, Francisco Pinheiro. A prefeita prefere seu ex-secretário de governo, Waldemir Catanho, aliado dela desde os tempos de militância estudantil na Universidade Federal do Ceará.
Para uma das duas vagas ao Senado, a dupla também tem planos distintos. Luizianne tenta emplacar o ex-ministro da Previdência Social, José Pimentel (PT). Cid resiste. Prefere o nome do velho aliado tucano, Tasso Jereissati, que vai tentar reeleição. A outra vaga da coligação para o Senado já está acertada e tem a concordância de ambos. É o deputado federal e ex-ministro das Comunicações, Eunício Oliveira (PMDB).
Fora da eleição, o deputado Ciro Gomes se dedica aos preparativos do casamento da filha Lívia Saboya Gomes, marcado para 2 de julho.

























































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