Antecipação da data base, aposentadoria especial aos 25 anos, insalubridade de 40%, retirada do IPM Saúde e reposição salarial com aumento real.
Esses são os principais itens da assembleia geral dos servidores de Fortaleza, nesta terça-feira (15), na Câmara Municipal, em um movimento unificado dos sindicatos da categoria. Como forma de facilitar o acesso dos servidores, dois ônibus sairão da praça da Bandeira (Clóvis Beviláqua), no Centro, em frente ao Sindicato dos Trabalhadores no Serviço de Saúde de Fortaleza (Sintsaf).
Segundo o presidente do Sintsaf, vereador Plácido Filho (PDT), a prefeita havia prometido a antecipação da data-base do serviço público municipal, de maio para janeiro, mas sequer toca no assunto. “Com promessa documentada e assinada, a prefeita não cumpre, imagine com a palavra”, reclamou o vereador e sindicalista.
Com relação à insalubridade de 40%, o Município oferece somente a metade. “Uma outra prefeita, loira e do PT, teve a sensibilidade de reconhecer o direito dos trabalhadores da saúde e concedeu os 40%. Mas isso foi em São Paulo, com a Marta Suplicy”, comentou Plácido Filho.
Os servidores também estão mobilizados para a retirada do desconto do IPM Saúde, pois muitos já possuem planos de saúde particulares. Ações no Supremo Tribunal Federal (STF) têm reconhecido a necessidade do desconto no caráter previdenciário, mas não na questão de plano de saúde.
Esses são os principais itens da assembleia geral dos servidores de Fortaleza, nesta terça-feira (15), na Câmara Municipal, em um movimento unificado dos sindicatos da categoria. Como forma de facilitar o acesso dos servidores, dois ônibus sairão da praça da Bandeira (Clóvis Beviláqua), no Centro, em frente ao Sindicato dos Trabalhadores no Serviço de Saúde de Fortaleza (Sintsaf).
Segundo o presidente do Sintsaf, vereador Plácido Filho (PDT), a prefeita havia prometido a antecipação da data-base do serviço público municipal, de maio para janeiro, mas sequer toca no assunto. “Com promessa documentada e assinada, a prefeita não cumpre, imagine com a palavra”, reclamou o vereador e sindicalista.
Com relação à insalubridade de 40%, o Município oferece somente a metade. “Uma outra prefeita, loira e do PT, teve a sensibilidade de reconhecer o direito dos trabalhadores da saúde e concedeu os 40%. Mas isso foi em São Paulo, com a Marta Suplicy”, comentou Plácido Filho.
Os servidores também estão mobilizados para a retirada do desconto do IPM Saúde, pois muitos já possuem planos de saúde particulares. Ações no Supremo Tribunal Federal (STF) têm reconhecido a necessidade do desconto no caráter previdenciário, mas não na questão de plano de saúde.

























































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