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Marina diz que é a única que pode “unir” PT e PSDB

quarta-feira, 11 de agosto de 2010.

Candidata criticou as duas legendas, que ficaram reféns de seus aliados
A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, afirmou em entrevista concedida na noite desta terça-feira (10) que é a única pessoa que pode “unir” PT e PSDB. Marina citou os governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para dizer que as duas legendas não “dialogaram” e por isso se tornaram reféns de partidos aliados.

- Então, se eu ganhar, quero governar com os melhores. É fundamental o diálogo entre o PT e o PSDB. [A pessoa] que pode se estabelecer como ponto de união entre essas forças que não conversam se chama Marina Silva.

A candidata do PV recordou que, como PSDB e PT não se aproximaram, FHC e Lula tiveram de aturar o “fisiologismo” do DEM e do PMDB em seus respectivos governos.

- O Fernando Henrique ficou refém do fisiologismo do DEM, e o presidente Lula, mesmo com toda a sua popularidade, ficou refém do PMDB.
Segundo ela, o Brasil "precisa de um olhar que coloque em primeiro lugar a necessidade dos brasileiros".
- Nosso país não pode mais esperar e perder tempo com essa briga que não leva a lugar nenhum.
Questionada sobre como faria para construir alianças em um eventual governo, já que o PV não se coligou a outras legendas para disputar a Presidência, Marina afirmou que, para ela, será mais fácil do que para seus adversários.

- Acho que para mim é até mais fácil, porque eu fico olhando para a ministra Dilma [Rousseff, candidata do PT] e para o governador Serra [José Serra, candidato do PSDB] e vejo que eles estão comprometidos com as alianças que fizeram. Eles só podem repetir mais do mesmo.

Mensalão

Marina também negou que tenha sido omissa sobre o escândalo do mensalão do PT, que abalou o governo Lula em 2005 com denúncias de pagamentos em troca de apoio político de parlamentares. Então no PT, a senadora viu antigos militantes deixarem a legenda, mas continuou nela até 2009.

- Não foi conivência e não foi silêncio. [...] Sempre dizia que aquilo era condenável, que deveriam ser investigados e punidos todos os que praticavam irregularidades.
A candidata afirmou ainda que sempre lutou pelo combate à corrupção e que, para ela, é preciso ser “ético” em todas as esferas sociais, independente do cidadão ser políticos.

- Para mim, ser honesto é uma condição do indivíduo, seja como político, professor, empregada doméstica. [...] Naquele momento, em que saíram pessoas do PT, eu fiquei para contribuir como eu achei que ainda podia contribuir dentro do governo.

Infraestrutura

A candidata do PV afirmou ainda que é possível conciliar desenvolvimento e defesa do meio ambiente. Ao apontar problemas na área de infraestrutura, a candidata se referiu especialmente a entraves que afetam aeroportos, estradas e a geração de energia.

- Tudo isso pode ser oferecido para a sociedade compatibilizando duas coisas, meio ambiente e desenvolvimento. Vamos trabalhar com um sentido de urgência que esse país tem para a sua infraestrutura. Vamos fazer isso sem negligenciar os cuidados com o meio ambiente.

Fonte: R7

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